O ministério das Finanças desmentiu a notícia do "Jornal de Negócios" que responsabilizava o BCP pelo pagamento de parte dos 23.480 euros mensais que correspondem ao salário do recém-nomeado director-geral dos Impostos, quadro daquele grupo financeiro.
Na mesma nota, o ministério aproveitou para anunciar que Paulo Macedo não irá lidar com as questões fiscais que envolvam o BCP. Essas passam para as mãos do secretário de Estado Vasco Valdez, o ex-advogado do Benfica que - uma vez no governo - ajudou Durão Barroso a cumprir a única promessa eleitoral concretizada até ao momento: apagar as dívidas fiscais que afligiam o clube.