Sobre a histórias cruzadas de Santana Lopes e Durão Barroso.
Dois aspectos interessantes que destaco:
1º: Revisita o célebre programa "A Cadeira do Poder", em que Santana defronta Torres Couto e ganha. Não perde, como assegurou Pacheco Pereira, deixando bem claro o seu estilo pouco sério de apresentar factos.
2º: Imagens de Durão Barroso, em pleno Congresso do PSD, acusando Santana de ser "um misto de Zandinga e Gabriel Alves".
Muito bom!
Publicado por ber em julho 4, 2004 12:54 AMCaríssimo,
Não te sabia também envolvido na esfera dos blogos
Um abraço
Esse é o tipo de comentário a que ética obrigaria que assinasses com um nome ou um nick que eu reconhcesse... ou então com uma ligação para o blog onde escreves.
Afixado por: bernardino em julho 4, 2004 02:34 PMPrecisa-se para o jogo da final de um jogador chave para entrar naquela defesa
será tipo uma porta ou portão intransponivel com o objectivo de ganhar no prelongamento ou a penaltys são matreiros mas já mostraram como actuão força cambada como setas naquela defesa sem abrir a vossa defesa claro.
trabalhem durante os 90 minutos que depois trabalharemos nós nas ruas com muito barulho com bebida etc.
O que é hoje verdade pode amanhã ser mentira...
Afixado por: Eye of the tiger em julho 4, 2004 06:50 PMPortugal joga com um ponta de lança que não consegue marcar 1 golo numa final e quer ganhar
Só nos meus piores pesadelos ponho a hipótese do Santana Lopes chegar a 1º Ministro.
Todavia já reparei que o seu nome colhe em muitas franjas da sociedade. Embora não seja politicamente correcto dizê-lo o povinho em geral nutre uma certa admiração pelos trafulhas, aldrabões e marialvas. O povo sente-se bem representado por um Berlusconi, um Ieltsin ou um Santana.
A única solução era haver uma vanguarda política cultural e artistica que marcasse a agenda e lutasse contra os banqueiros e os jardins deste país.
Mas as nossas vanguardas são outra merda. O problema é esse.