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<title>Grão de Areia - ATTAC Portugal</title>
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<title>VÃO ÀS REUNIÕES DA ATTAC E VERÃO</title>
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<description>PRÓXIMAS DATAS - Grupo de trabalho das Acções, segunda feira, 11 de Julho, às 21 horas na Ler Devagar. - Grupo de trabalho da Festa/debates, terça feira dia 12 de Julho, às 21 horas na Ler Devagar. - Plenário do Núcleo de Lisboa da ATTAC, quinta feira, 21 de Julho, às 21 horas, na Ler Devagar. ACTA: A reunião do núcleo de Lisboa da ATTAC, de dia 7 de Julho, teve uma presença recorde de participações e decidiu um conjunto de iniciativas. 1. O mês de Setembro vai assistir a uma ofensiva coordenada da ATTAC Lisboa sobre a questão das casas devolutas. O ataque terá três frentes: acções de rua, um jornal/cartaz e uma festa/debate ou, também conhecido por um bebício musical. Para além de toda a parafrenália movimentista, a ideia é conseguir fazer um levantamento da situação na cidade, elaborar propostas políticas e propagandear e analisar em debates a...</description>
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<title>Declaração da reunião de Paris</title>
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<description>Neste fim de semana reuniram-se movimentos sociais de toda a Europa, que pugnaram contra esta Constituição Europeia neoliberal e lutam por uma construção de uma Europa social e solidária. Junto envio as conclusões da reunião. NUNO RAMOS DE ALMEIDA Declaração Conferência Europeia- Paris 25 de Junho de 2005 Uma nova época pode abrir-se na Europa Nós, @s participantes na Conferência Europeia de Paris, a 24 e 25 de Junho de 2005, colocamos em debate, em todos os grupos associativos, sindicais e políticos da Europa, as proposições contidas na declaração que se segue. A vitória do Não na França é uma vitória do Não de esquerda, pró-europeu, altermundialista, democrático e contra o neoliberalismo e a guerra. Prolongada pelo Não holandês e pelas mobilizações crescentes (e a aumentar) das opiniões, em vários países, a favor da rejeição deste texto, constitui um acontecimento político importante para toda a Europa. Devemos aproveitar esta primeira...</description>
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<dc:date>2005-06-27T17:23:10+00:00</dc:date>
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<title>Europa: Que Fazer?</title>
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<description>Sábado, 25 de Junho, 18h, Museu República e Resistência (ao Rego, em Lisboa) Debate organizado pela ATTAC-Portugal: &apos;Europa: Que Fazer?&apos;. Depois de algum debate interno, depois dos referendo francês, depois da cimeira dos governantes na semana passada e depois dos planos de acção avançados por diferentes movimentos sociais à escala europeia, esta é uma oportunidade de trocar algumas ideias para iniciar um debate sobre as questões mais prementes da chamada &quot;questão europeia&quot;, da organização europeia dos movimentos sociais à discussão da constituição europeia. A direcção da ATTAC-Portugal convida a que todos os interessados na construção da Europa, sejam ou não membros da ATTAC, apareçam e tragam outro amigo também....</description>
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<dc:creator>andre</dc:creator>
<dc:date>2005-06-22T18:13:15+00:00</dc:date>
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<title>Posição ATTAC Europa</title>
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<description>As ATTACs da Europa reunidas em Bruxelas, no dia 16 de Junho, enviaram um documento conjunto sobre a actual situação da &quot;constituição europeia&quot;. O documento está em francês. Se tiver tempo, traduzo nos próximos dias. NUNO RAMOS DE ALMEIDA POUR LA REFONDATION DEMOCRATIQUE DE L&apos;EUROPE Une réunion des Attac d&apos;Europe s&apos;est tenue le 16 juin 2005 à Bruxelles à l&apos;occasion du dernier Conseil européen de la présidence luxembourgeoise. Une déclaration a été adoptée, qui prévoit la mise en place d&apos;une Convention des Attac d&apos;Europe et la mise en oeuvre d&apos;un Plan ABC pour l&apos;UE. Cette déclaration fixe le contenu et le calendrier des actions communes des Attac d&apos;Europe pour les mois à venir....</description>
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<dc:date>2005-06-17T12:45:33+00:00</dc:date>
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<title>A bússola avariou</title>
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<description> 1. A estratégia de campanha. Se o medo irracional e a chantagem psicológica funcionaram para o Bush, porque não hão-de funcionar em França? Nos EUA bastou falar de um tal inimigo terrorista que é toda a gente e ninguém e foram favas contadas. Em França, esta estratégia foi notória, e os argumentos foram muitos e variados: sim porque sim, porque tem que ser, não há alternativas, porque senão vem aí o Papão (neste caso a China e os EUA), será a catástrofe, seremos vistos como os piores da EU, porque fomos fundadores e não podemos recuar, porque é uma falta de patriotismo para com o nosso conterrâneo D&apos;Estaing... Tudo argumentos de peso, como se pode ver, contribuições para um debate sério! Não contaram foi com o erro de cálculo: a educação em França é melhor e portanto, mesmo quem tem apenas a escolaridade obrigatória, tem recursos para entender um...</description>
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<dc:creator>ruiduarte</dc:creator>
<dc:date>2005-06-17T01:15:10+00:00</dc:date>
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<title>Dizer « não » ao tratado Constitucional, para construir a Europa!</title>
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<description>Para conhecimento geral, apesar de estarmos em tempo de adiamentos, junto uma tradução apressada do &quot;Apelo dos 200&quot; que organizou em França as pessoas, movimentos sociais e demais organizações do &quot;não&quot; da esquerda. Um abraço, NUNO RAMOS DE ALMEIDA &quot;Face à mundialização liberal e às empresas transnacionais, nós precisamos da Europa. Mas aquela que se constrói hoje, não é a Europa que nós precisamos. A Europa que nos pedem para avalizar é totalmente organizada em torno de um princípio único: o mercado e a generalização da concorrência. É isto que permite o ataque aos serviços públicos, a incitação ao alongamento da duração da jornada de trabalho e a sua flexibilização, o encorajamento à regressão social em cada um dos países da União Europeia. É uma Europa feita pelos “de cima”, por negociações “opacas” entre governos e por instâncias que não são submetidas ao controlo democrático, como a Comissão ou o...</description>
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<title>La Loi du Marché</title>
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<description> NUNO RAMOS DE ALMEIDA...</description>
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<title>NOTAS À SOLTA</title>
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<description>Deixo “notas soltas” acerca do debate sobre o Tratado para uma Constituição Europeia. E, sendo assim, sobre o que penso da ideia de Europa política. Falta uma síntese opinativa das “notas soltas”. Mas assim, verdadeiramente soltas, talvez que ajudem mais ao debate do que uma “síntese” sempre mais pobre. Tendencialmente, a minha opinião está imbuída de um anti-constitucionalismo genérico que me leva a rejeitar o interesse de um debate como este. Mas também tendencialmente, os argumentos do NÃO à esquerda foram-me cada vez mais preocupando com a vontade em romper com a política na esfera do estado-nação e no espaço institucional do mesmo. Sigam as notas que pelo meio respondem a alguns dos argumentos avançados pelo pelo Bruno Cardoso Reis e pelos comentários aqui neste blogue: 1. SIM e NÃO para lá e para cá do CAPITALISMO e do ANTICAPITALISMO Bem sei que houve uma grande maioria de personalidades anticapitalistas...</description>
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<dc:date>2005-06-14T20:11:40+00:00</dc:date>
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<title>Constituição ao Fundo</title>
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<description>O TRATADO EUROPEU ESTÁ MORTO, MAS A BATALHA CONTINUA. BLAIR PRETENDE SALVAR O NEOLIBERALISMO DO NAUFRÁGIO DA CONSTITUIÇÃO. OS MOVIMENTOS SOCIAIS, OS PARTIDOS DE ESQUERDA VÃO REUNIR-SE EM PARIS PARA PROSSEGUIR A LUTA PORQUE UMA OUTRA EUROPA É POSSÍVEL! Texto de Nuno Ramos de Almeida (Publicado no Global) Recentemente, o filósofo francês Michel Onfray, meditando sobre a campanha do referendo, escreveu um texto satírico a que chamou “A Europa dos Cretinos”. Aí se repetem muitas das categorias e conceitos tão caros aos media e aos analistas sobre os dois lados da barricada europeia. Por um lado, “as gentes que votam ‘Não’ à constituição europeia são cretinos, embrutecidos, imbecis, incultos. Pouco poder de compra, pequeno cérebro, pequenos pensamentos, pequenos sentimentos (...) Eles não têm o sentido da História, não sabem reconhecer um grande projecto político. Ignoram o grande sopro do progresso. Morrem de medo”. Por outro lado, e pelo contrário, “o...</description>
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<dc:date>2005-06-12T13:19:51+00:00</dc:date>
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<title>O exemplo do jardim zoologico</title>
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<description>Depois do Zé ter exibido o anti-capitalista de serviço que é favorável à Constituição Europeia, absolvendo-a assim de todas as ligações ao neoliberalismo e do apoio da direita e de todas as confederações patronais, junto aqui retocadas algumas das objecções que deixei na lista da ATTAC às motivantes perguntas do Zé (versão completa das ditas, tal como foram discutidas na lista da ATTAC). O Zé escreveu: &quot;1 - O que me pareceu das notícias foi que a direcção do PS Francês expulsou membros da direcção do partido dessa mesma direcção e não do partido. Entre esses membros expulsos destaca-se o Laurent Fabius. Em Novembro ambas as correntes do PS poderão opor-se em congresso.&quot; 1. Bom para eles que já não haja já tiros na nuca e processos de Moscovo. Foram só expulsos da direcção, certamente para que assim se consiga um congresso mais limpo, de preferência tão transparente como referendo...</description>
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<dc:date>2005-06-12T12:38:54+00:00</dc:date>
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<title>Le non, ce vote d’impuissance</title>
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<description>Aqui deixo um texto publicado há um mês atrás, no contexto do debate em França sobre o referendo do Tratado para uma Constituição Europeia. Creio que, apesar da derrota do SIM, o texto revela agora um interesse ainda maior: e mostra a possibilidade – esteja-se ou não de acordo – com um SIM interpretado por uma esquerda de tradição anticapitalista. Aqui na ATTAC-Portugal, onde ainda não se tomou uma posição sobre o Tratado, este texto é mais um grão na engrenagem de um debate que, em geral, tem sido travado em Portugal de uma forma que revela muito pouca vontade de complexidade – de confundir para esclarecer, como resumia o TomZé. ZÉ NEVES ---------------- Le non, ce vote d’impuissance Libération Le jeudi 12 mai 2005 par Dominique Boullier, Yann Moulier Boutang Pourquoi le débat sur la Constitution européenne prend-il parfois l’allure pathétique du tout ou rien, du combat de la...</description>
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<dc:creator>graodeareia</dc:creator>
<dc:date>2005-06-11T22:23:05+00:00</dc:date>
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<title>Argumentos há muitos II</title>
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<description>Com o não da França e Holanda, este processo constitucional, em princípio estará morto. No entanto importa discutir algumas questões: Uma boa parte dos argumentos da esquerda portuguesa acusa a falta de democraticidade deste processo. Devo lembrar, segundo sei, que a convenção que visou a elaboração deste tratado foi a que mais representou os estados-membros. Os números podem-me falhar mas a sua constituição era: 2 elementos da comissão, 16 do parlamento europeu, 30 dos parlamentos nacionais e 15 dos governos nacionais. Penso que ainda participaram representantes dos parlamentos dos estados-membros que poderão entrar na união. Sendo assim, tratou-se de uma convenção &quot;bem representada&quot;. Existe quem ponha em causa a democraticidade deste processo. É o problema da democracia representativa. Quem entra neste jogo, não pode depois dizer que não joga desta forma. Assim estão os partidos de esquerda, representantes nos parlamentos nacional e europeu. Penso igualmente, que estes partidos deveriam ter...</description>
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<dc:creator>andre</dc:creator>
<dc:date>2005-06-11T22:18:01+00:00</dc:date>
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<title>Argumentos há muitos I</title>
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<description>Existem mil e uma razões para pensarmos e discutirmos esta Europa, na sua constituição, na sua política e nas suas prioridades sociais. A questão do referendo é em si tão redutora... tão redutora... que caso haja consulta popular sobre a constituição, nunca me conseguirei colocar ao lado de qualquer movimento nacionalista ou patriota. É que estes movimentos andam mesmo por aí, senão vejam este post, afixado no Spectrum....</description>
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<dc:creator>andre</dc:creator>
<dc:date>2005-06-11T21:44:33+00:00</dc:date>
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<title>EuroManif</title>
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<description> NUNO RAMOS DE ALMEIDA...</description>
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<title>Perguntas para uma Nova Europa</title>
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<description>- Somos a favor de uma Europa política em que os Estados-nação estejam representados ou em que a tendência seja no sentido da diminuição da representação dos estados em prol de uma relação directa entre cidadãos europeus representados e cidadãos europeus representantes? Somos por uma Europa das soberanias nacionais ou por uma Europa dos europeus? - Somos a favor da subordinação dos direitos nacionais ao direito europeu? E do mesmo a nível das respectivas constituições? - Somos a favor de uma harmonização acelerada das políticas fiscais a nível europeu? - Somos a favor de um reforço dos parlamentos europeus face à comissão europeia? Queremos que ela continue a ser nomeada pelos Estados ou que o processo da sua constituição seja progressivamente submetido ao parlamento europeu? Queremos que o Banco Central Europeu dependa dos estados-nação ou do parlamento europeu? - Somos a favor da entrada da Turquia e do alargamento a...</description>
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